Sobre Anne Bione

Roteirista, fotógrafa freelancer, atriz e fundadora do ManGONZO.com.br. Já vagou muito pelo mundo dos animes e mangás e hoje em dia vaga também pelo mundo das artes.

#TezukaDay – Um dia para homenagear o trabalho de uma vida que influenciou toda uma forma de contar histórias

Pois é, caros leitores (ainda tem alguém aí?). Hoje, dia dezessete de dezembro, foi o dia escolhido por vários blogueiros da blogosfera de anime e mangá brasileira para homenagear o deus do mangá, Osamu Tezuka. Creio que todos vocês já ouviram falar nele. Se não, é uma boa oportunidade de conhecer o trabalho do homem que influenciou e impulsionou toda a indústria de mangá. Olhem para suas respectivas coleções de mangá, para suas estantes. E se não forem do tipo de colecionar mangás físicos, pensem nos mangás que vocês leem na internet. Fizeram isso? Pois é, sem o Tezuka, os mangás que lemos, amamos e colecionamos provavelmente não existiriam hoje. E se existissem, seriam de um modo diferente. Bom, não sei vocês, mas gosto dos meus mangás assim. Vamos nessa?

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A vida e suas possibilidades em Daytripper

Em primeiro lugar, esse post inaugurará a seção “Gibis Fora do Japão” (Sim… porque HQ, graphic novel, mangá, gibi… é tudo a mesma coisa. Me processem) que tem a intenção de fazer reviews de gibis interessantes que não sejam japoneses pro pessoal que quer ampliar seus horizontes mas não sabe por onde começar. Se você só gosta de “mangá”, eu respeito, mas lamento. E você tem todo o direito de reclamar ou parar de ler o post aqui mesmo. Mas se você é daqueles que só procura uma boa história para ler, seja bem-vindo a essa nova seção!

E ela vai começar com nada mais, nada menos que Daytripper!

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Makoto Shinkai, o novo Hayao Miyazaki ou…?

Tudo começou quando eu esbarrei nessa matéria, que comparava o trabalho do roteirista, diretor e dublador japonês Makoto Shinkai com o do já conhecido Hayao Miyazaki (Inclusive já tem gente fazendo enquetes “Hayao vs. Makoto” em alguns lugares da internet, o que para mim é bem besta, mas enfim). Como eu conhecia menos do que deveria sobre ele e sou fã do Miyazaki, decidi pesquisar.

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Nuvens, bombas e Piratas do Céu: Last Exile: Ginyoku no Fam !

Antes de começar a assistir Last Exile: Ginyoku no Fam, me perguntei se eu poderia esperar nessa série nova o que foi tão legal na anterior. Com exceção, claro, do uso de 3D do estúdio Gonzo (que não tem nada a ver com o título desse blog), que para mim foi lastimável. Mas junto com uma nova temporada, vem novos conceitos (e novos personagens e uma nova história – essa segunda série de Last Exile não tem ligação com a primeira). Vejamos o que o anime que para mim é um dos mais esperados da temporada tem a oferecer. Apertem os cintos!

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Um post nada Gonzo para estrear o Mangonzo

Aqui vamos nós, com um post introdutório pra começar. Porque eu acho pretensioso demais já chegar chegando, sem se apresentar. É como chegar agora e já querer sentar na janelinha. Sejam bem-vindos!

Finalmente saiu do papel (ou do bloco de notas, mas não vem ao caso hihihihi). O Mangonzo está no ar! Se preparem para altas doses de loucura misturadas com animes e mangás (tanto os lançados em terras tupiniquins quanto os que acompanhamos pela internet). E temas relacionados.

Qual é a proposta desse blog? Já tem vários sobre animes por aí…

Vários muito bons, devo dizer. Os visito sempre que posso e os recomendo (vou chegar nessa parte, ‘pera lá). Realmente, nesse contexto, não veria utilidade para mais um blog “comum” (amigos blogueiros, a intenção aqui não é colocar vocês todos no mesmo saco. Jamais. Respeito e me inspiro no trabalho de todos vocês. Mas quando vocês verem a loucura que isso aqui vai ser, me entenderão) na blogosfera animística do Brasil, porém…

1) Nada nesse blog vai ser normal. Esqueça essa palavra, esqueça o formato de artigo “comum” que já está gravado na sua mente.

2) Esqueça objetividade. Eu não sei o que é isso.

3) Também não conheço a palavra “edição”. É de comer? Absolutamente tudo escrito nesse blog serão narrações de sentimentos, falas e impressões “em tempo real”. Sendo mais direta, escrevo enquanto assisto aos episódios e leio os mangás. Pauso e escrevo minhas impressões sobre determinada cena. Sim, desse jeito cru aí mesmo. Sem edição, sem roteiro, sem nada. Emoções puras.

4) O estilo Gonzo de narrativa requere muitas vezes que o autor de um artigo se insira na história. A idéia é capturar tudo que se passa no momento em que um artigo está sendo escrito. Não será incomum vocês verem nos posts diálogos com outras pessoas (a todas darei nomes fictícios, não quero ser processada), analogias e pensamentos fugindo do objetivo (hã?) inicial do artigo.

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